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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A mobilização dos agentes na capital do País é apoiada pela Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs)


Eles lutam contra paralisia infantil, desnutrição, mortalidades infantil e materna. Em Rondônia, categoria recebe abaixo do mínimo e, em Brasília, mais de R$ 900. A esperança deles é a aprovação de uma PEC que beneficiará 300 mil agentes

Eles fizeram 340 milhões de visitas domiciliares em 2008. Maria Rosa, 37, veio de Goiás, Osvaldo Carmo, 49, de Minas Gerais. Puxam o cordão de pelo menos oitocentos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, acampados há três dias na Câmara dos Deputados para reivindicar a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 391/09. Com a PEC, eles terão direito a um piso salarial e ao plano de carreira da categoria. "O que pretendemos é cuidar melhor da saúde preventiva da população, mas para isso precisamos a garantia de sobreviver com dignidade", comenta Antonia Gladis Santos.

Gladis está esperançosa pela aprovação da PEC, que corrigiria uma dura realidade para um contingente formado por mais de trezentos mil profissionais em atividade no País, sem ter ao menos o adicional de insalubridade. "Nós somos responsáveis pela redução dos índices nacionais de paralisia infantil, desnutrição, mortalidades infantil e materna, pela cobertura de vacinação e por outros resultados positivos para a saúde brasileira", ela diz.

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A mobilização dos agentes na capital do País é apoiada pela Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs) e pelas federações estaduais. Há três dias, jovens e adultos trajando o uniforme de campanha espalham-se pelos corredores e visitam plenários da Câmara, onde distribuem panfletos com um resumo da situação da categoria.

Mesmo com movimento intenso, por conta da presença de prefeitos e dirigentes de órgãos públicos que acertam o encaminhamento de emendas ao Orçamento Geral da União para 2009, os militantes pela aprovação da PEC conseguem ser ouvidos.

Quanto custa um agente?

Com base em dados estatísticos recebidos de mais de 70% dos agentes no País, a Conacs informa que mais de 58% deles não recebem adicional de insalubridade ou qualquer outra forma de complementação financeira.

Em Rondônia, na Amazônia Ocidental, 55% dos servidores recebem mensalmente menos que um salário mínimo, enquanto em Brasília o salário é superior a R$ 900. Em Cruzeiro do Sul, no Acre, na fronteira brasileira com o Peru, a 700 quilômetros da capital, Rio Branco, agentes de controle de endemia recebem menos de R$ 500 por mês e alguns se sujeitaram a ser cobaias de pesquisas com anofelinos (mosquitos transmissores da malária).

O salário-base de R$ 465, média recebida por 70% da categoria, multiplicado por 12 parcelas anuais, totaliza R$ 5.580,00. Somando-se a ele o 13º salário, de R$ 465, um terço de férias, R$ 155, a previdência patronal, de R$ 93, somando 13 parcelas, R$ 1.209 e o salário família de R$ 20 em 12 recolhimentos, o custo anual de um agente por ano é de R$ 7.649. Esse valor é pago pelos municípios. O Ministério da Saúde repassa anualmente aos municípios R$ 8.463 por pessoa contratada, o que resulta em R$ 814 sem destinação comprovada.

Fonte: Agência Amazônia

2 comentários:

  1. Rosangela Sena Novaissexta-feira, 20 novembro, 2009

    Rosangela Sena Novais
    articuladora de saude e lider da pastoral da criança do j. romao aprova a atitude do Acs Uilton de Novais Silva. com relaçao a entrvista a 95 FM. de Jequie- ba.
    falando-se e ajudando assim a populaçao de Jequie a saber que nem o HGPV. esta Isento de nele se encontrar focos do mosquioto da Dengue.VC sr. Gilmar oa inves de se irar contra o ACS pedindo assim inquerito administrativo contra o mesmo SR. UILTON DE NOVAIS SILVA. poderia ter tido assim a atitude de vistoriar tanto o HGPV como areas proximas ao mesmo pois o mosquito pode ter vindo não so do HGPV cmo tambem de areas proximas.
    entao o senhor nao se preocupou com com a prevençao,e sim quis acusa-lo, pois creio que o mesmo so quis fazer o seu trabalho como cidadao que merece ser ouvido e respeitado.
    sra secretaria de saude espero que a mesma seja sensata e veja essa situaçao como um ponto positivo.a favor da populaçao a qual o ACS quis DEfender.

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  2. OLA RANGELA SENA DEIXO O ESPAÇO ABERTA DO MEU BLOG PARA QUAL QUER MANISFEATAÇÃO DE APOIO AO COLEGA.

    ACS ROBERTO

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