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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Sindicato dos Agentes Comunitários de Endemias (Sacema), Jeilson Santos de Assunção,



AGENTES DIZEM TRABALHAR SEM EQUIPAMENTOS

Com a galeria lotada, a Câmara Municipal de Aracaju (CMA) recebeu nesta segunda-feira (19), o presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Endemias (Sacema), Jeilson Santos de Assunção, que ocupou o espaço da tribuna livre para expôr algumas das dificuldades que a categoria enfrenta.

Dentre as principais reivindicações apresentadas, o sindicato luta pelo direito do Equipamento de Proteção Individual (EPI), por uniforme completo, já que eles só receberam uma camiseta e a disponibilização de protetor solar nas unidades de saúde. Não adianta só termos acesso a protetor solar nos postas de saúde para passar uma vez ao dia. O protetor solar individual é uma demanda indispensável para os agentes de endemias, porque a maior parte do dia trabalhamos expostos ao sol, e já temos casos de agentes com manchas e câncer de pele, afirmou.

Em relação aos pleitos financeiros, uma das denúncias mais graves trazidas pelos agentes foi em relação ao não pagamento da gratificação de insalubridade, que a categoria não recebe há dois anos, desde a efetivação como funcionário do município.

Além disso, o Ministério da Saúde estabelece e repassa aos municípios, verba para o pagamento do piso mínimo salarial para a categoria, que é de R$ 651. No entanto, o salário bruto dos agentes de saúde de Aracaju para trabalhar 40 horas semanais é de R$ 413, e dos agentes de endemias é de R$ 383. A prefeitura de Aracaju não está repassando esta verba federal integralmente e também não justifica o que está sendo feito com este repasse, denunciou.

Outra reclamação da categoria é que, apesar do sindicato ter CNPJ e estar regularizado há três anos, a prefeitura ainda não liberou o repasse da Contribuição Sindical de 1%, que foi autorizada por cerca de 800 dos 900 agentes de endemias contratados em Aracaju. Não se pode falar em capital da qualidade de vida sem falar em saúde. E não se pode falar em saúde sem agentes de endemia. Por isso é fundamental que a prefeitura valorize nossa categoria, defendeu.

Na sequência, o vereador Valdir Santos (PTdoB), fez algumas considerações em nome dos demais vereadores a respeito do pronunciamento. O parlamentar ressaltou a importância de a categoria procurar a Câmara, no sentido de somar forças para ver seus pleitos atendidos. Sugiro que uma comissão de vereadores marque uma audiência com o prefeito para resolver esta situação, pois as reivindicações apresentadas aqui são justas, buscam atender apenas os direitos básicos como a insalubridade, e a prefeitura tem obrigação de atender, ressaltou Valdir Santos.

Retomando a palavra, Jeilson Santos agradeceu mais uma vez o espaço cedido pelos vereadores de Aracaju e reforçou que o mais importante para a categoria agora é que seja aberto um canal de diálogo e negociação com o Executivo Municipal. Caso contrário, o Sacema pretende convocar uma nova assembléia geral para definir os rumos que a categoria deverá tomar.


fonte:www.faxaju.com.br/

(Da CMA)

Um comentário:

  1. SOU ACE EM PARIPUEIRA.GOSTARIA DE SABER COMO FUnCIONA NA PRATICA A UNIFICAÇAO DOS AGENTES,E MAIS OS ACS RECEBERÃO AUMENTO SALaRIAL DE 25% E OS ACE NADA, VAMOS FALA COM PREFEITO NA PROXIMA QUINTA-FEIRA,COM POSSO ARGUMENTA COM ELE O NOSSO AUMENTO E RESSOLVER ESSA SITUAÇÃO.DESDE JA AGRADEÇO A ATENÇÃO!. ACE PARIPUEIRA

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