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domingo, 20 de setembro de 2009

AGENTES COMUNITARIO DE SAÚDE FIZERAM PARTE NA CAMPANHA Nacional Contra Poliomelite!


9,5 milhões de crianças já foram vacinadas contra pólio


Balanço parcial da segunda etapa da campanha de vacinação apontou, até as 17h55 deste sábado, cobertura de 61,5 %. Meta é chegar a 14,7 milhões
Dados do balanço parcial da segunda etapa da Campanha Nacional contra Poliomelite apontam que mais de 9,5 milhões crianças menores de cinco de todo o país receberam as gotinhas neste sábado, 19 de setembro. Isso representa uma cobertura de 61,5% do total da população dessa faixa etária. Esse primeiro número reflete os dados consolidados até as 17h55 do dia. As Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde continuarão atualizando os sistemas de informações nas próximas semanas, quando será divulgado um balanço final. Embora parciais, o Ministério da Saúde avalia que os números indicam o bom desempenho dos estados na vacinação.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar 14,7 milhões de crianças menores de cinco anos – isso representa uma cobertura de 95%. Para chegar a um índice tão alto, foram montados 115 mil postos de vacinação em todo o país, onde trabalharam 350 mil profissionais, além da utilização de 40 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. A primeira etapa foi realizada no dia 20 de junho e atingiu 95,7% da população-alvo.

Balanço parcial ate as 17h55 do sábado
UF
Total
População
Vacinados
Cob.
AC
82753
47.338
57,20%
AM
366360
145.317
39,67%
AP
78229
58.652
74,97%
PA
756544
400.898
52,99%
RO
137526
84183
61,21%
RR
51100
18171
35,56%
TO
127455
93899
73,67%
NORTE
1599967
848458
53,03%
AL
330429
169648
51,34%
BA
1274780
955918
74,99%
CE
743871
590766
79,42%
MA
665828
369998
55,57%
PB
316674
227710
71,91%
PE
753627
472314
62,67%
PI
301308
259214
86,03%
RN
264635
171822
64,93%
SE
196483
166748
84,87%
NORDESTE
4847635
3384138
69,81%
ES
277117
173407
62,58%
MG
1488648
856392
57,53%
RJ
1138874
510533
44,83%
SP
3060908
1837705
60,04%
SUDESTE
5965547
3378037
56,63%
PR
775650
500156
64,48%
RS
716855
492545
68,71%
SC
427797
300270
70,19%
SUL
1920302
1292971
67,33%
DF
223033
65738
29,47%
GO
472.339
312570
66,17%
MS
202.609
119102
58,78%
MT
263.403
131750
50,02%
C.OESTE
1161384
629160
54,17%
BRASIL
15494835
9532764
61,52%

INVESTIMENTO - Com o slogan “Não dá pra vacilar. Mais uma vez, tem que vacinar”, a campanha teve investimento, na primeira e segunda fase, de R$ 47,6 milhões. A maior parte desse valor, R$ 21,8 milhões, foi para a compra dos imunobiológicos. Do total, R$ 13,9 milhões foram repassados às secretarias estaduais e municipais de saúde e os R$ 12 milhões restantes, para campanhas publicitárias.

O Brasil erradicou a poliomelite desde 1989. Esse resultado deve-se, principalmente, as campanhas de vacinação realizadas desde o início da década de 1980. A imunização é a única forma de prevenir a doença e manter o país livre da circulação do vírus. Por isso, a importância de pais e responsáveis levarem as crianças menores de cinco anos para vacinar.

REFORÇOS – As crianças devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Mesmo depois dessa etapa é importante que, até completar cinco anos, elas tomem anualmente as duas doses distribuídas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomelite. Esses reforços acontecem porque a doença é transmitida por três tipos de vírus. Se a criança não desenvolveu imunidade com relação a um deles, com as várias doses, ela tem oportunidade de se proteger.

A vacina contra a poliomelite é oferecida pelo Sistema Único de Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Além da distribuição nas duas etapas da campanha, ela fica disponível nos postos de saúde durante todo o ano. A poliomelite é uma infecção grave causada por três tipos vírus que provoca lesões no sistema nervoso podendo matar ou provocar a paralisia dos membros (pernas e braços). A doença é transmitida via oral.


Outras informações Atendimento à Imprensa (61) 3315-3580 ou 3315-2351 jornalismo@saude.gov.br fonte: ministerio da saúde

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