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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

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Senadora Patrícia Saboya é detida no aeroporto de Roma. autora da pls 196/09 dos agentes comunitario de saude e agentes de endemias do piso salararial dos acs/ace

A senadora licenciada Patrícia Saboya (PDT-CE) foi detida nesta quinta-feira ao desembarcar no aeroporto de Fiumicino, em Roma, capital da Itália. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que a embaixada brasileira foi contatada, e a senadora, liberada.

De acordo com o Itamaraty e a Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, a senadora foi questionada pelas autoridades italianas depois que uma das pessoas que a acompanhava espirrou, o que teria levantando a suspeita de contaminação pela gripe suína.

O presidente da CRE do Senado, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), divulgou nota de protesto contra os "maus tratos e constrangimentos" que teriam sido impostos por policiais italianos à senadora. Segundo informações da CRE, autoridades italianas estão sendo questionadas sobre o acontecido.

Leia a nota de Azeredo na íntegra:

"Nota de Protesto
Na qualidade de presidente da Comissão de Relações Exteriores e defesa Nacional do Senado (CRE), venho a público protestar contra os maus tratos e constrangimentos impostos pela polícia italiana à Senado Patrícia Saboya, detida, sem maiores explicações, no Aeroporto de Fiumicino em Roma. Considero esse ato uma prova de desrespeito ao Poder Legislativo e à condição da mulher brasileira e exijo explicações das autoridades competentes do país europeu.

Sala da Comissão, 03 de setembro de 2009-09-03
Eduardo Azeredo
Presidente da CRE"

Com informações da Agência Senado e da Agência Brasil.

Redação Terra: fonte:noticias.terra.com.br/
Campanha vacinal infantil supera expectativas graças ao trabalho dos agentes comunitario de saúde.Índices de vacinação de Aracaju superam média nacional Prestes a iniciar mais uma campanha de vacinação infantil, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulga o sucesso alcançado pela administração municipal quanto à cobertura vacinal de Aracaju em crianças de até um ano de vida. Desde 2007, a capital sergipana tem conseguido superar a meta estipulada pelo Ministério da Saúde (MS).

De acordo com a responsável pela Coordenação de Vigilância Epidemiológica (Covepi), Taíse Cavalcante, cada campanha de vacinação tem uma meta, mas a mínima é de 95%. 'Nós sempre nos mantivemos acima de 95% e 96%. A tetravalente - que é dada em três doses - o MS estipulou como parâmetro de avaliação pra ver se realmente a criança tomou e, em 2008, nós fechamos com 99,6% de cobertura, sendo que o mínimo é 95%', esclareceu.

Taíse Cavalcante explica ainda que a cobertura da vacina BCG chegou perto de 100%. 'A relação entre 2007 e 2008 foi muito boa: subiu de 99,4% para 99,6%. No caso da BCG, o município de Aracaju tem hoje uma cobertura de quase 100% porque, como ela é uma vacina oferecida no hospital logo que a criança nasce, então todas as crianças nascidas em no município são vacinadas', afirmou.

Sucesso

Todas as 43 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município estão aptas a oferecer as vacinas às crianças. Dentro desse trabalho, os agentes comunitários de saúde desempenham papel importante no processo de vacinação, porque eles têm contato direto com as pessoas nas casas e orientam as mães para levarem as crianças nas salas de vacinas, onde serão vacinadas.

Ao todo são 128 equipes de Saúde da Família em Aracaju, com um quantitativo superior a 700 agentes comunitários de saúde que fazem o trabalho de buscar crianças faltosas e fazer com que os responsáveis conduzam-nas à UBS mais próxima para regularizar a situação vacinal.

Vacinas

Como forma avaliativa, o índice de vacinação é focalizado em crianças de até um ano e, para esta faixa etária, as vacinas são: pólio (protege contra a poliomielite); BCG (tuberculose e meningite); hepatite B; tetravalente (difteria, coqueluche, tétano e meningite) e, ao completar um ano de idade, a criança toma a tríplice (contra sarampo, caxumba e rubéola).

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica afirma que a redução de mortalidade por doenças previníveis por imunização só é possível com a cobertura vacinal alta e homogênea, daí a necessidade de as equipes de vacinação trabalham com base em conhecimento e práticas que tornem a sua ação mais eficaz e eficiente possível. Mas para que isto aconteça, a população tem de cooperar.

Mortalidade infantil

Taíse Cavalcante considera a vacinação como sendo responsável - juntamente com outras ações - pela redução da mortalidade infantil em Aracaju. Algumas iniciativas positivas nesse sentido são o aumento do número de vacinas, da cobertura vacinal, assim como a diminuição dos casos de diarréia.

'É importante também vincularmos a consulta pré-natal da mãe, porque é lá que ela vai tomar todas as orientações e proteção, até em nível de vacina, para que a criança não venha a morrer de tétano. Além de toda preocupação com relação à vacinação da criança, tem todo o cuidado com o cuidado pré-natal', considera a coordenadora.

Em casos muito específicos, é detectada alergia em um número reduzido de crianças durante a primeira dose vacinal. Contudo, estas são direcionadas a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) e, a partir daí, a criança vai tomar somente vacina especial para a característica dela.fonte
SN1, globo.com

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