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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vê orquestração com fins políticos na paralisação dos agentes de saúde e epidemiológicos


O secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vê orquestração com fins políticos na paralisação dos agentes de saúde e epidemiológicos. Eles exigem piso salarial de R$ 1,4 mil e pararam as atividades numa época em que Campo Grande começa a enfrentar nova epidemia de dengue.

Além de considerar que a greve não é oportuna, por causa da epidemia, Mandetta disse que vê a mobilização muito mais complexa do que uma “simples reivindicação”. E até condenou a paralisação iniciada nesta segunda-feira. “Não é comportamento correto para profissionais de saúde”, alertou.

No entanto, apesar das ressalvas, o secretário e o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) vão receber os grevistas nesta terça-feira. Eles deverão argumentar que a prefeitura da Capital já fez muitas concessões, como a transformação da categoria em estatutário e o pagamento do valor superior a um salário mínimo.

De acordo com o secretário, o agente de saúde recebe em torno de R$ 750 por mês e é concursado. Na maioria dos municípios, a contratação não é por concurso e o vencimento não supera um salário mínimo (R$ 510 a partir deste mês).

Projeto – O secretário contou que apóia a luta da categoria pela implantação do piso nacional de dois salários mínimos. Até teria ajudado na mobilização com o envio de caravanas para Brasília.

Contudo, o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas ainda depende do Senado e da sanção do presidente da República. Ele disse que a implantação do piso deverá repercutir em outras categorias, como técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos.

Mandetta lamentou a realização da greve fora de época, já que a data-base dos funcionários municipais é maio. Além de inoportuna, segundo o secretário, a greve terá efeito negativo maior na cidade, já que Campo Grande começa a enfrentar uma epidemia de dengue e o trabalho dos agentes é fundamental para minimizar os impactos da doença.

FONTE:www.campogrande.news.com.br

Um comentário:

  1. Mandeta vc tem que preocupar com a classe que é mais sofrida, esmagada pelo poder publico!!! nos combatemos a dengue, fazemos relatorio para o censo, "diabete, hipertenso,haseniase....", lhe damos com sol dia inteiro, caes, chuvas, moradores doentes...muitos municipios pagam insalubridade, alguns dao até tickt alimentação...e nos em Campo Grande - Ms, nada e alem disto so sabem cobrar e pedem metas...a produtividade do salario na muda, nem o incentivo, tao do mesmo jeito, pare e pense um pouco e reflite sobre os agentes.

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