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quarta-feira, 9 de abril de 2014

O líder do PSC, deputado André Moura articulador entre governo e os acs disse que os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias querem um piso de R$ 905,essa e a nova proposta!

Discussão  em apreciação da MPV 628/2013. A presidente da Confederação Nacional de Agentes de Saúde, Ruth Brilhante comemora com deputados decisão sobre a votação do piso salárial dos agentes Comunitários de saúde
O líder do PSC, deputado André Moura articulador entre governo e os acs  disse que os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias querem um piso de R$ 905,essa e a nova proposta! Buscamos todo o tipo de acordo com o governo e, se essa proposta não prosperar, vamos defender em Plenário o texto da comissão especial, com um piso salarial de R$ 1.014”, disse.

Os líderes partidários e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, fecharam acordo para votação do piso dos agentes comunitários de saúde entre os dias 13 e 14 de maio. Os líderes se comprometeram a não obstruir a votação do projeto (PL 7495/06), mesmo os que forem contrários à proposta do piso. Com isso, a oposição decidiu abrir mão da obstrução e permitir que a pauta seja destrancada, com a posterior votação de projetos do esforço concentrado.


Piso dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias
 
O líder do PSC, deputado André Moura (AL), explicou que o governo está com a última versão de reajuste salarial proposto pelos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias para dar início às negociações. Os agentes querem um piso de R$ 905, reajustados anualmente nos mesmos moldes do salário mínimo. “Buscamos todo o tipo de acordo com o governo e, se essa proposta não prosperar, vamos defender em Plenário o texto da comissão especial, com um piso salarial de R$ 1.014”, disse.

Essa proposta será levada ao Planalto pelo líder do governo, Arlindo Chinaglia. O governista disse que vai negociar, mas o governo não quer pagar sozinho a conta do reajuste salarial. “Vou levar essa última versão para negociar, mas o governo não vai querer ampliar os custos que já tem”, disse.

Atualmente, o governo já repassa R$ 1.014   por agente para os municípios. Parte desse valor é repassada para os agentes e outra parte é usada pelo município para arcar com os custos trabalhistas e impostos.

fonte acs Roberto e câmara

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