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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Agentes de Saúde Quer ter direito de ter uma casa própria com uma linha de crédito pela Caixa Econômica Federal”.

Agentes de Saúde de diversos municípios levam demandas da categoria ao governador Wagner

Ao lado de Zé Neto, Wagner discute melhorias para

Publicada em 02/02/2010 ás 19:28hs

Ao lado do deputado Zé Neto, representantes de ACS e ACE reivindicaram recursos para valorizar a categoria


O deputado estadual Zé Neto (PT) acompanhou representantes de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) em uma reunião com o governador Jaques Wagner e o secretário estadual de saúde Jorge Solla, na sede da Governadoria, na manhã desta terça-feira (02).

Representantes de ACS e ACE dos municípios de Feira de Santana, Filadélfia, Valença, São Sebastião do Passé, São Gonçalo dos Campos, Irecê e Porto Seguro apresentaram as demandas da categoria ao governador e ao secretário de saúde e, com o apoio de Zé Neto, solicitaram mais recursos para valorizar a classe.

Demandas

Dentre as principais demandas apresentadas estão: a compra de computadores para atender as demandas da categoria (uma máquina para cada associação de agentes de saúde), a capacitação técnica dos ACS e ACE e o ingresso desses profissionais nas faculdades - através de convênio com as prefeituras.

Outra questão levantada durante o encontro foi a abertura de linha de crédito para melhorar a habitação dos agentes, dando-lhe o direito de ter uma casa própria. A inserção da categoria no Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, foi uma das alternativas apontadas.

Alternativas

Para solucionar o problema referente a moradia, o governador Jaques Wagner sugeriu às prefeituras “uma tentativa de abrir um financiamento, uma linha específica com a Caixa Econômica Federal”.

Para Zé Neto, é preciso fazer um programa intermediário na Bahia para tentar desprecarizar a moradia dos agentes, fazendo com os mesmos possam adquiri-la a preços menores e com financiamentos prolongados, bem como facilitar a reforma das unidades habitacionais onde estes profissionais já residem.

Ele também acredita que o diálogo entre os secretários Jorge Solla e Walter Pinheiro, representantes da Caixa, além do Secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Afonso Florence, é uma iniciativa, que precisa ser concretizada com certa urgência. “Nos próximos dias esperamos marcar uma reunião para aprofundar a matéria”, concluiu.

De acordo com Jorge Solla, até o início de 2007, quando Wagner foi empossado, menos de 5% dos ACS e ACE da Bahia tinha seus direitos trabalhistas assegurados. “Dos 417 municípios, apenas 23 eram regularizados. Hoje, o Governo conseguiu elevar essa proporção e apenas 13 municípios não estão regularizados”, afirmou o secretário.

Presentes

Participaram da reunião, além de Zé Neto, Jaques Wagner e Jorge Solla, o diretor de Atenção Básica de Saúde da Bahia, Ricardo Heinzelmann; o Superintendente de Assistência Integral à Saúde (AIS) da Sesab, Alfredo Boa Sorte; a Uvice-presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs), Lucia Gutemberg (futura candidata a deputada federal); e um dos agentes mais antigos da Bahia, Roque Onorato, acompanhado de outros representantes da classe.

O secretário de Planejamento do Estado, Walter Pinheiro, não pôde comparecer, mas em telefonema a Zé Neto, ele colocou a Seplan à disposição dos agentes. Pinheiro, juntamente com Zé Neto, luta há mais de 17 anos em defesa desses profissionais e tem se colocado como interlocutor de várias pendências das categorias ante aos governos estadual e federal. Exemplo disso foi a construção jurídica da Emenda 51/2006
, onde o deputado participou em parceria com o secretário, relator da Lei.

Autor: Daniela Passos e João Galdea

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